Estrutura deteriorada ameaça segurança de pedestres e motoristas, além de elevar risco de choques elétricos e interrupções no fornecimento de energia
Por Jornal União São Paulo
Foto: Jornal União São Paulo
Moradores e comerciantes da Rua Aurora, 215, no bairro Santa Ifigênia, região central de São Paulo, estão apreensivos com a situação de um poste de energia elétrica que apresenta sinais evidentes de deterioração e risco iminente de queda. A estrutura, instalada em uma via de grande circulação de pedestres e veículos, tem chamado atenção pelo estado precário e pela possibilidade de causar acidentes graves a qualquer momento.
De acordo com relatos, o poste encontra-se visivelmente inclinado, com rachaduras expressivas em sua base e sinais de desgaste acentuado, possivelmente agravados pela ação do tempo, chuvas e falta de manutenção adequada. A condição da estrutura tem gerado preocupação constante, principalmente em horários de maior movimento, quando o fluxo de pessoas e carros é intenso.
Além do risco de desabamento, há temor em relação à rede elétrica instalada no local. Fios expostos ou tensionados podem provocar choques, curtos-circuitos, incêndios e até interrupções no fornecimento de energia, afetando residências e estabelecimentos comerciais da região. Comerciantes relatam insegurança e receio de prejuízos financeiros caso o problema resulte em danos materiais ou obrigue a interrupção das atividades.
Especialistas em infraestrutura urbana alertam que postes com inclinação, fissuras ou comprometimento estrutural devem ser inspecionados com urgência pela concessionária responsável. A manutenção preventiva, nesses casos, não é apenas recomendada — é essencial para evitar acidentes, proteger vidas e garantir a continuidade dos serviços básicos.
Diante da situação, moradores e comerciantes cobram uma solução rápida e eficaz, como a substituição imediata do poste ou reforço estrutural adequado. A expectativa é de que medidas sejam tomadas antes que ocorra um incidente mais grave.
Diante destas solicitações, nossa redação entrou em contato com a ENEL, concessionária responsável pelo fornecimento de energia na região, e estamos no aguardo de um posicionamento oficial sobre o caso. Enquanto isso, a população segue convivendo com o risco e cobrando providências urgentes.












